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Como reduzir a sinistralidade do plano de saúde?

5 de fevereiro de 2020/0 Comentários/em Med Mais, Segurança e Medicina do Trabalho, SST/por admin

Como reduzir a sinistralidade do plano de saúde?

A sinistralidade do plano de saúde é calculada conforme os gastos com consultas, exames e cirurgias que cada usuário tem.

Muitas empresas adotam como política de benefício a oferta de planos de saúde para os colaboradores e dependentes, mas devido ao aumento no valor do plano de saúde, isso tem reduzido, porque nem todas as empresas conseguem pagar plano de saúde para todos os seus colaboradores.

Um dos fatores que faz aumentar a sinistralidade do convênio é que o sinistro só é contabilizado a partir de qualquer acionamento por parte do usuário. Ou seja, ao realizar consultas, exames e cirurgias já contabilidade para o sinistro.

No Blog da Med Mais, a executiva de contas, Eliane Fortunato, apresenta algumas dicas de como os empresários podem reduzir a sinistralidade do plano de saúde.

Em sua grande maioria, a sinistralidade é vista como algo ruim, e isso tem um fator que coopera para esse aumento.

Empresas que não tem em sua política de gestão de pessoas ou SESMT, a execução de programas preventivos de saúde, e também a adoção de práticas para orientar os funcionários sobre o uso correto do plano de saúde.

Se “a empresa trabalhar com uma gestão de risco focada na gestão preventiva de saúde, é bem provável, que se manterá em um quadro positivo assim baixando sua sinistralidade”, explica Eliane consultas, exames e cirurgias.

Saiba como reduzir custos com plano de saúde

Referência em serviços de Medicina do Trabalho, a equipe da Med Mais dá algumas dicas para que você, empresário ou gestor de Recursos Humanos, adote ações para reduzir os gastos com o plano de saúde:

  • Invista em gestão;
  • Invista em prevenção;
  • Invista em programas de qualidade de vida no trabalho;
  • Adote a política de coparticipação no plano de saúde para os colaboradores;
  • Incentive o bom senso dos colaboradores no uso desse benefício.

Gostou desse conteúdo? Acompanhe mais notícias mais sobre Saúde, Segurança e Medicina do Trabalho o nosso site www.medmais.com .

https://medmais.com/wp-content/uploads/2020/02/reduzir_sinistralidade.png 1080 1920 admin https://medmais.com/wp-content/uploads/2025/04/logo_compress.png admin2020-02-05 14:33:222024-05-14 11:27:40Como reduzir a sinistralidade do plano de saúde?

2020: o ano de qualidade de vida do trabalhador

29 de janeiro de 2020/0 Comentários/em Med Mais, Segurança e Medicina do Trabalho, SST/por admin

2020: o ano de qualidade de vida do trabalhador

Você já ouviu a expressão que 2020 será o melhor ano da sua vida, até então? E da sua empresa? E dos seus trabalhadores?

Essa definição de melhor ano se traduz também em qualidade de vida, não apenas no contexto pessoal, mas também no contexto profissional.

Cada vez mais as empresas já se conscientizaram sobre a importância de desenvolver ações que promovam e garantam o bem-estar e qualidade de vida do trabalhador.

Afinal, muitas pessoas passam mais tempo no trabalho do que em casa. Além disso, em alguns casos, o ambiente profissional pode se tornar uma grande fonte de estresse e até afetar a saúde do colaborador.

Por isso, é essencial investir em prevenção, as empresas reduzem custos com saúde. E não estamos falando apenas de saúde física: colaboradores que sofrem de transtornos como a ansiedade também podem sentir os benefícios de uma vida mais ativa.

Invista em pessoas

Referência no segmento de Medicina do Trabalho, o Grupo Med Mais propõe a seus clientes o investimento programas de qualidade de vida no trabalho. Não sabe por onde começar? Conheça algumas iniciativas que a Med Mais realiza junto aos seus clientes:

  • Realização de SIPAT, que são conhecidas como a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho;
  • Invista na contratação de profissionais das áreas de Psicologia e Nutrição para criar ações e identificar o mapeamento da saúde do seu colaborador;
  • Tenha ações mapeadas com o seu SESMT, de forma que sua gestão consiga ter indicadores detalhados do índice de afastamento e como está a saúde do colaborador, afim de criar ações de prevenção de doenças ocupacionais;
  • Na Gestão de Pessoas desenvolva ações para melhorar o clima organizacional e permitir oportunidades de crescimento;

https://medmais.com/wp-content/uploads/2020/01/ano_qualidade.png 1080 1920 admin https://medmais.com/wp-content/uploads/2025/04/logo_compress.png admin2020-01-29 12:01:222024-05-14 11:27:402020: o ano de qualidade de vida do trabalhador

Afinal, quais são os indicadores de Medicina e Segurança do Trabalho?

10 de janeiro de 2020/0 Comentários/em Med Mais, Segurança e Medicina do Trabalho, SST/por admin

Afinal, quais são os indicadores de Medicina e Segurança do Trabalho?

A Medicina e Segurança do Trabalho no Brasil, sempre foi vista de forma burocrática. A maioria das empresas cumprem apenas por questões de legislação ou fiscalização.

Esse movimento se estendeu por muitos anos. Mas, nos últimos anos pra cá, entendemos que a Medicina e Segurança do Trabalho é além do que apenas laudos, treinamentos e EPI´s. Ela possui o objetivo de trazer qualidade de vida para o ambiente de trabalho, mapear a saúde dos colaboradores e colaborador com indicadores muitas vezes esquecidos pelas empresas.

Esses indicadores são de suma importância para a empresa como todo, até mesmo com o objetivo de reduz gastos.

Uma vez que conseguimos mapear a saúde dos colaboradores, a redução dos gastos de afastamento e sinistralidade do convênio é notória.

O objetivo de tocar nesse assunto, é mostrar que a Medicina e Segurança do Trabalho pode ir muito além de apenas documentos de normas regulamentadoras, mas, sim, trazer resultados incríveis para as empresas.

Você conhece os indicadores de saúde ocupacional?

No blog Med Mais, o gerente da área técnica do Grupo Med Mais, Luciano Sergino, vai explicar um pouco sobre eles.

Quase acidentes

São atos que prejudicam o andamento do trabalho, e não geram um acidente efetivo. Um exemplo é dentro da empresa há um desnível no chão, em que vários colaboradores escorregam, mas não gera um acidente. Diante desse problema, qual é a tratativa da sua organização?

Acidentes de trabalho

Eles merecem uma atenção redobrada da empresa, pois os profissionais de SEMST ou RH precisam fazer o registro da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). É essencial que a empresa tenha um plano de ação para que possa mitigar esses tipos de acidentes.

Integração dos colaboradores nas ações de gestão de SSO

A gestão de Segurança e Saúde Ocupacional vai além da entrega de treinamentos, e de equipamentos de proteção individuais (EPIs). A empresa precisa investir na educação do colaborador, pois a participação dele é fundamental nessa gestão.  

Registro, implantação e monitoramento e aplicabilidade das normas regulamentadoras

Treinamentos, cursos e diversas ações que estão previstas na legislação é necessário acompanhar como os colaboradores estão interagindo e aplicando essas normas no dia a dia.

EPI

O indicador de EPI traz várias ações, para que o SESTM tenha rigorosidade no monitoramento da avaliação dos riscos. Ele está ligado a duas vertentes na gestão de SSO: efetividade da neutralização do risco, mas também está ligado ao custo relacionado a custo financeiro da operação.

PPRA e PCMSO

A inovação na Medicina do Trabalho é que esses programas saíram dos papeis e todas as ações que estão dentro Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e Programa de Prevenção de Riscos Ambientes (PPRA) devem ser implantadas cuidadosamente e avaliadas durante o ano, desde o monitoramento, avaliação e saúde ocupacional e também de viabilidade econômica para a empresa.

CIPA

O indicador de CIPA é importante, pois traz uma visão de o colaborar integrar todos os setores dentro de uma empresa. Ele tem o objetivo de fomentar a atuação da CIPA, instruir e educar sobre a cultura da empresa.

“Os indicadores que a CIPA vai trazer informações sobre os quase acidentes, questões rotineiras de trabalho, situações psicossociais dos colaboradores. São indicadores que servem para ser tratados pelo RH, pelo SESMT e pela empresa”, explica Luciano Sergino, gerente da área técnica do Grupo Med Mais.

Outros indicadores

Além desses indicadores de saúde ocupacional, é essencial que os empresários, gestores de Recursos Humanos e SESMT observem os indicadores de turn over (avalia a rotatividade dentro da empresa), absenteísmo (avalia o índice de afastamento de doenças ocupacionais ou doenças profissionais), redução dos custos de periculosidade e insalubridade, e a sinistralidade do plano de saúde da sua empresa.

Luciano Sergino defende que esses indicadores devem ser avaliados de forma integrada.

“O ano de 2020 chegou e a gente tem que sair dessa Medicina e Segurança Ocupacional estagnada do século passado. Nós temos que entender esses dois nichos que atuam na gestão de SSO, que é: a Segurança do Trabalho e a Medicina do Trabalho, são dois setores que agem de forma integrada, é que trazem pra gente, pra gestão, pra organização, indicadores que devem ser tratados”.

Quando falamos em inovação na Saúde e Segurança do Trabalho precisamos compreender que uma empresa deve sair desse modelo arcaico voltado apenas para a emissão de laudos para o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA e Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, de realização de Atestado de Saúde Ocupacional-ASO.

“A gestão dos indicadores de saúde do seu colaborador vai muito além disso. Aprenda a trabalhar com indicadores e a trazer mais produtividade, menos custo e mais qualidade de vida”, explica.

Quer saber mais sobre Saúde e Segurança do Trabalho? Segue as notícias em nosso site:  www.medmais.com .

https://medmais.com/wp-content/uploads/2020/01/indicadores_medicina.jpg 1080 1920 admin https://medmais.com/wp-content/uploads/2025/04/logo_compress.png admin2020-01-10 15:53:582024-05-14 11:27:40Afinal, quais são os indicadores de Medicina e Segurança do Trabalho?

Quem você vai culpar por você não ter saúde?

23 de dezembro de 2019/0 Comentários/em Med Mais, Segurança e Medicina do Trabalho, SST/por admin

Quem você vai culpar por você não ter saúde?

Eu já vou direto para os adultos porque as crianças são vítimas e reflexos deles.

Não adianta, já recebi muita mãe no consultório falando assim:

“Esse menino não para de comer isso, não para de comer aquilo.”

A criança já estava ficando diabética com 12 anos de idade, quase 100 kg, e a mãe comprando tudo, a criança não trabalha.

A pergunta que eu falei foi:

“Seu filho trabalha desde quantos anos?”

Então, acho que o primeiro ponto é a gente entender a casualidade. Qualquer empresa funciona mediante uma análise, você tem dados, você analisa os dados, e se os dados não são favoráveis, você tem que gerar uma nova ação para ter um resultado diferente.

Se cada ação que a gente está tendo dentro da casa, pode ser feito tudo que você pensa que é certo, e tem muita gente pensando errado hoje e julgando que aquilo é certo. Isso vai impactar não só a família, mas isso onera todo o sistema de saúde no Brasil e no mundo.

Hoje, se a gente intervém preventivamente com mudanças de hábitos, a gente consegue evitar a mortalidade infantil.

A gente não consegue prever, a geração que nasceu agora vai viver menos que a nossa, por conta do nível de doença que estão tendo.

Então, o primeiro ponto, os pais precisam transformar a mentalidade. Os pais entendendo o efeito de causa e efeito sobre aquilo que faz sobre seu corpo no dia a dia.

Assim que tiver qualquer situação, entenda, seu corpo vai falar de milhares de formas e você tem que saber ouvir o sinal que ele está jogando para você. Se não, não adianta ter o olho se o cérebro é cego.

Se você não tem como interpretar o dado que lhe é oferecido, você não consegue ter um destaque e utilizar isso para o seu crescimento. Então, qualquer pessoa, tanto idoso, é possível ter saúde sim.

Tenho inúmeros alunos que pós-menopausa, com 70 anos, conseguem fazer coisas que jamais imaginariam. Alunos de menopausas que viram e falam assim:

“Hoje eu tenho energia de quanto eu tinha 25.”

Tudo isso aconteceu por meio de mudança comportamental.

Então, dentro dessas escolhas, eu acredito que o principal ponto, a gente precisa entende que dentro de um nível bem nítido de responsabilização.

Você tem aquilo que você merece dentro do que você sabe. Se você tem vitórias na sua saúde, na sua vida, Parabéns! Se você hoje está sofrendo, isso é proporcional ao seu conhecimento. Você pode não estar feliz com isso, mas o único responsável por isso foi você.

A culpa não é sua, mas a responsabilidade é, porque o sistema ensina “come pão e de três em três horas”, “está com isso, faz isso”.

É uma sociedade que foi educada a remediar e não buscar a causa do problema, e quando a gente eleva a saúde, a gente reduz gastos.

E se a gente pensar dentro do contexto de que hoje os planos são participativos e numa conjuntura onde todo mundo quer ter um maior acesso financeiro, quanto menos você gastar com isso e mais saúde você tiver, não é melhor?

Quanto mais energia você tiver sem ter que passar por alguém para investigar sua vida inteira, não é melhor?

Então, é colocar esse nível de consciência sobre a prevenção em todos os aspectos, para evitar o maior tipo possível de “magicalização” da saúde, que a pessoa quer um resultado mágico, mesmo que seja operatório, mesmo que seja um profissional, igual hoje na educação se delega muito.

A educação dos filhos para terceiros, delegar a saúde para terceiros não funciona. Você tem que se envolver nela, porque no final das contas é só você.

Dr. Juliano Pimentel é apaixonado pela vida plena, buscando transcender os padrões de saúde convencionais através da consciência integrativa!

https://medmais.com/wp-content/uploads/2019/12/quem_voce.jpg 1080 1920 admin https://medmais.com/wp-content/uploads/2025/04/logo_compress.png admin2019-12-23 13:12:272024-05-14 11:27:40Quem você vai culpar por você não ter saúde?

Mitos e verdades: Iluminação no ambiente administrativo

20 de dezembro de 2019/0 Comentários/em Med Mais, Segurança e Medicina do Trabalho, SST/por admin

Dores de cabeça, sensação de areia nos olhos, visão turva são alguns dos sintomas dos trabalhadores em ambientes administrativos sem ergonomia acabam sentindo.

Você sabia que não tem como falar de ergonomia no ambiente administrativo sem falar de iluminação? Quem explica sobre esse assunto é o presidente institucional do Grupo Med Mais, Victor Reis.

Você sabia que existe uma NBR/ISO 8995 que regulamenta os requisitos básicos e específicos para iluminação dentro dos ambientes administrativos?

A NBR/ISO 8995 traz coeficientes de refletância e o lux necessário, ou seja, a iluminação necessária sobre a superfície de trabalho daquele que exerce uma atividade laboral.

“Essa NBR diz que precisamos de no mínimo 500 lux para exercer a atividade e precisamos também de no mínimo de 300 lux no ambiente geral que é no ambiente administrativo”.

Invista em Saúde e Segurança do Trabalho

Victor Reis esclarece nos projetos corporativos é essencial que os gestores e empresários incluam um profissional de Saúde e Segurança do Trabalho e um especialista em ergonomia, isso porque os arquitetos não conseguem olhar para os projetos focando na saúde do colaborador.

Você sabe quais são as consequências que o empregador pode ter? Ou como um RH que não observa os coeficientes de luminância e de lux no ambiente de trabalho?

“Várias consequências, como principalmente, doenças relacionadas a ausência do lux no ambiente de trabalho, doenças no sistema oftalmológico, que podem provocar sérias consequências para a sua empresa e para o seu RH”, explica Victor Reis.

Então, cuide do seu colaborador e insira os profissionais de Saúde e Segurança do Trabalho dentro dos teus projetos e eu não tenho dúvida alguma que de que você não vai ter problema.

Você tem alguma dúvida sobre Medicina, Saúde e Segurança no Trabalho? Quer saber algum mito ou verdade? Coloque a sua pergunta abaixo nos comentários que o presidente do Grupo Med Mais irá responder.

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https://medmais.com/wp-content/uploads/2019/12/mitos_verdades.jpg 1080 1920 admin https://medmais.com/wp-content/uploads/2025/04/logo_compress.png admin2019-12-20 14:43:312024-05-14 11:27:40Mitos e verdades: Iluminação no ambiente administrativo

Indicadores de saúde ocupacional, a sua empresa possui?

6 de dezembro de 2019/0 Comentários/em Med Mais, Segurança e Medicina do Trabalho, SST/por admin

Os principais indicadores de saúde ocupacional

Nesse vídeo apresentado pelo nosso Gerente da Área Técnica Grupo Med Mais, Luciano Sergino, lança uma pergunta que nos faz refletir: quais são os indicadores de saúde ocupacional que você vai apresentar para a sua empresa?

Você já conseguiu reduzir a sinistralidade do seu plano de saúde? E os índices de insalubridade e periculosidade? Como está a taxa de afastamento dos seus colaboradores? E o projeto de qualidade de vida para 2020?

No ambiente corporativo, os indicadores de saúde ocupacional são importantes para promover a qualidade de vida das pessoas, e também, quando bem utilizado permite reduzir custos.

Sinistralidade do seu plano de saúde

Ter um plano de saúde corporativo é um benefício do colaborador, mas toda vez que ele utiliza o plano de saúde, vai gerar um sinistro. As empresas precisam estipular metas para reduzir a quantidade de acionamento do plano de saúde, isso porque quando acontece de modo desenfreado, como internações em UTI, terapias ou realização de exames, isso vai ter um impacto financeiro paras empresas, sobretudo, na renovação do contrato com a operadora de saúde.

Insalubridade e Periculosidade

Algumas atividades laborais têm índice de insalubridade e periculosidade, pois são carreiras que podem oferecer algum risco para os colaboradores, e é essencial que as empresas façam um trabalho minucioso para rastrear as operações, as funções e os cargos. Para Luciano Sergino, algumas empresas não investem muito nesse estudo, pois não analisam a periculosidade com a função e não a atividade.

Taxa de afastamento dos seus colaboradores

Você já ouvir falar que um dos principais problemas dentro de uma empresa é o turnover e o afastamento dos colaboradores? Eles são considerados vilões corporativos, pois a médio e longo prazo causam um problema de imagem e também impactos financeiros ao bolso dos empresários. Mas você sabia que é possível reduzir os índices de turnover (rotatividade) e de absenteísmo (ausência no trabalho) em sua empresa?

Projeto de qualidade de vida para 2020

Uma das iniciativas que estão sendo desenvolvidas dentro das empresas, chama-se qualidade de vida no trabalho. E por isso, como está o seu projeto para o próximo ano?

Segundo Luciano Sergino, um projeto que envolva promover no ambiente corporativo a qualidade de vida visa atacar esses índices ligados a saúde do colaborador partindo do princípio básico que as necessidades básicas dele já estão sendo atendidas e aí a gente tem que partir para uma outra esfera que é esse gerenciamento que vem por parte desse plano então ele tem ramificações de acordo com a atividade e a realidade econômica de cada empresa.

“Antes de iniciar um projeto de qualidade de vida, precisamos relacionar a satisfação do colaborador dentro da empresa, porque as instituições já investem em benefícios como: vale alimentação, vale creche, assistência à saúde, mas ainda assim os índices de saúde ocupacional estão muito alto. Então, precisamos fazer um estudo completo, que começa em cada indivíduo e depois partimos para o macro”.

Quer saber mais sobre Medicina do Trabalho? Aproveite para ler os nossos conteúdos: www.medmais.com .

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Como a insegurança profissional pode afetar a carreira?

26 de novembro de 2019/0 Comentários/em Med Mais, Segurança e Medicina do Trabalho, SST/por admin

Como a insegurança profissional pode afetar a carreira?

Você já parou para pensar quais são os fatores que levam um profissional a se sentir inseguro no trabalho diante das demandas, diante das exigências que o trabalho dele requer?

Se você é uma dessas pessoas que se sentem inseguro no trabalho, é muito importante ler a matéria que preparamos com a neuropsicóloga do Grupo Med Mais, Keli Rodrigues. Nós iremos falar sobre quais são os desafios? Quais são as demandas para o que você fique preparado para executar ou resolver durante as atividades do seu trabalho?

A neuropsicóloga comenta que quando um profissional está trabalhando em uma determinada atividade que ele se preparado ou apto, a chance dele se sentir inseguro com aquilo que está fazendo é muito menor.

Então, vamos pensar o seguinte: se você está sentindo inseguro com a realização da sua tarefa, se você está se sentindo inseguro com alguma demanda, algum prazo, alguma necessidade do seu trabalho, volta um passo atrás, repensa.

“Como que eu estou nessa tarefa? Como que eu estou desempenhando essa tarefa? Quais as minhas habilidades? Quais as minhas competências?  Quais os propósitos que eu tenho para realizar essa tarefa?”, questiona a neuropsicóloga Keli Rodrigues.

Essas são algumas das demandas que fazem as pessoas se sentirem inseguras. Elas não se sentem adequadas para aquilo que elas estão realizando.

Ou seja, pare e pense o seguinte: quanto mais adequado você estiver para aquela tarefa que está realizando, quanto mais preparado você estiver para aquela tarefa que você está realizando, maior é a chance de você se sentir seguro naquilo que você está fazendo.

É possível minimizar a insegurança?

Sim. É possível. A neuropsicóloga Keli Rodrigues traz algumas dicas de como reduzir a insegurança profissional.

  1. Estude um pouco sobre o tema.
  2. Busque ajuda de algum profissional ou colega de trabalho para executar a tarefa.

São duas dicas essenciais, porque quanto mais você se sentir preparado ou empoderado para realizar aquela demanda, maior é a chance de se sentir apto e demonstrar menos insegurança assim como se sentir mais propriedade daquela tarefa ou daquela atividade que a gente está fazendo.

“Quando a gente percebe que essa insegurança ou esse desalinhamento nas atividades que a gente desempenha, ele extrapola um pouco o limiar ali do saudável, de uma insegurança leve, é muito importante procurar ajuda.”

Como que um psicólogo vai poder ajudar?

De acordo com a neuropsicóloga Keli Rodrigues, a presença de um psicólogo dentro das empresas é essencial, pois para reduzir a insegurança profissional, enquanto terapeuta, ele vai alinhar, ou seja, “fazer você enxergar como que você está melhor adequado, se você está numa posição adequada para aquela tarefa que você está fazendo, se o seu desempenho está bom, então o profissional da área da Psicologia ele sempre vai poder ajudar nesse alinhamento, nessa adequação da minha capacitação com as atividades que você vou fazer”.

 

Se você gostou desse conteúdo, comente e compartilhe. Vamos caminhar juntos nessa jornada de autoconhecimento e sucesso profissional. Em nosso blog toda semana temos muitos conteúdos sobre qualidade de vida no trabalho: www.medmais.com .

https://medmais.com/wp-content/uploads/2019/11/inseguranca_profissional.jpg 1080 1920 admin https://medmais.com/wp-content/uploads/2025/04/logo_compress.png admin2019-11-26 14:46:422024-05-14 11:27:41Como a insegurança profissional pode afetar a carreira?

Mitos e Verdades: É verdade que a Saúde e Segurança do Trabalho vai acabar?

11 de novembro de 2019/0 Comentários/em Med Mais, Segurança e Medicina do Trabalho, SST/por admin

Mitos e Verdades: É verdade que a Saúde e Segurança do Trabalho vai acabar?

Você tem acompanhado algumas manchetes nos principais jornais no Brasil falando que o governo quer reduzir em 90% as normas de segurança e saúde do trabalho vigentes no país.

E aí surgiram alguns boatos circulando em grupos de WhatsApp falando que iria acabar com a Saúde e Segurança do Trabalho. Mas você sabia que essa informação é mentira?

Quem explica essas mudanças, é o presidente institucional do Grupo Med Mais, Victor Reis. Segundo o especialista, essa informação é mentira, porque, na prática, os programas de Saúde e Segurança no Trabalho, e que integram as normas PPRA (Programa de Prevenção de Risco Ambientais) e PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) estão sendo subsidiados e abraçados pelo governo federal para que na prática possam garantir de fato a qualidade de vida no trabalho.

A mudança não é o fim da SST!

Victor Reis também explica que muitas empresas não cumprem com os programas de medicina e segurança do trabalho e colocam em risco a saúde dos seus colaboradores.

Fora que não apenas a saúde, mas os indicadores que uma gestão eficaz pode trazer como: redução de absenteísmo, redução de insalubridade e periculosidade, redução de acidentes.

“Isso se torna mais uma burocracia, e a agora com as novas legislações, com as renovações das NR’s, provavelmente as empresas vão ter que cumprir esses programas e colocar em prática a qualidade de vida dos seus trabalhadores. Então, se disserem para você que a saúde e segurança do trabalho está ameaçada. Que o PPRA e o PCMSO vão acabar. Isso é mentira!”, comenta.

Melhorias para os empresários

 “Na verdade, nós teremos muito mais obrigações para aqueles que são grandes, aqueles que podem realmente fazer muito mais pelos seus colaboradores. E os pequenos, e os médios empregadores? Certamente eles serão mais aliviados”.

Você já viu também muita empresa pequena fazendo PPRA e PCMSO sem necessidade alguma?

Muitas vezes as empresas focam em burocracia e deixam de olhar para o principal: o colaborador e as milhares de ação que podem realizar dentro da empresa para minimizar os riscos.

“É o governo que com certeza está fazendo alguma coisa para aqueles que são maiores e aqueles que são menores. Então, é mentira que a Medicina e Segurança do Trabalho vai acabar com o novo governo, mas é verdade que ela vai se tornar mais eficiente e muito mais interessante para todos nós: para o trabalhador e para o empresário.”

Você tem alguma dúvida sobre Medicina, Saúde e Segurança no Trabalho? Quer saber algum mito ou verdade?

Coloque a sua pergunta abaixo nos comentários que o presidente do Grupo Med Mais irá responder.

Aproveite os nossos conteúdos e segue a gente: www.medmais.com .

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Como a E-VIDA conseguiu aumentar o seu faturamento?

4 de novembro de 2019/0 Comentários/em Med Mais, Segurança e Medicina do Trabalho, SST/por admin

Como a E-VIDA conseguiu aumentar o seu faturamento?

As Caixas de Assistência no Brasil foram criadas com o propósito de trazer uma política de benefícios aos seus associados. E nos últimos anos, a Caixa de Assistência do Setor Elétrico (E-VIDA) se tornou uma das instituições mais sólidas no segmento, e os milhares de beneficiários têm à disposição uma rede credenciada de excelência para prover uma assistência à saúde e programas de qualidade de vida.

Durante a 18ª edição do Congresso UNIDAS, em São Paulo, realizado nos dias 23 e 25 de outubro, o presidente institucional do Grupo Med Mais, Victor Reis, conversa no blog da Med Mais com o Eli Junior, diretor-presidente da E-VIDA sobre a Caixa de Assistência conseguiu aumentar o seu faturamento.

Entrevista com Victor Reis

Como você pensou nessa estratégia de se gerar mais receita para a Caixa de Assistência?

As Caixas de Assistência não visam lucro. No entanto, como qualquer negócio, a gente precisa de receita até mesmo para os investimentos que são necessários para entregar um produto de qualidade. Dentro desse contexto, comecei a pensar, a estudar e a estruturar, principalmente, com um histórico passado como gestor, diretor de outras empresas, como uma possibilidade também de fornecer serviços alternativos, e aí que veio a ideia do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional).

E dentro desse contexto, e também por não ser especializado, a ideia foi fazer uma contratação efetiva de uma empresa que fosse referência de mercado, pra eu conseguir auferir uma receita e até mesmo na prestação de serviço e também não tivesse as dores de cabeça necessárias e duas linhas: de quem não é qualificado para prestar o serviço, que é o nosso caso, e também que nós não tivesse uma dor de cabeça de administrar o serviço operacional.

E o que vocês fizeram?

A gente tem um bom contrato escrito, no caso com a empresa de vocês da Med Mais, então a gente administra por indicadores. E o que foi também o diferencial da contratação, nós não conseguimos até esse determinado momento encontrar alguém que fornecesse esse serviço com um diferencial e aí foi a ideia, e houve essa convergência. Então, nós prestamos para as nossas patrocinadoras o serviço e aí recebemos uma pequena taxa de administração, que serve como receita para a gente operacionalizar a caixa, e trazer melhoria que se reverte em novos benefícios.

Ou seja, você conseguiu agregar valor, trazer qualidade e respeito aos teus patrocinadores e ao cliente final que é atendido pela parte de Medicina do Trabalho, e ainda trouxe uma receita para a instituição?

Ainda trouxemos uma receita direta, pois a partir do momento que há uma atuação no PCMSO e eu recebo os indicadores de PCMSO, eu tenho um reflexo na saúde. E quando eu tenho um reflexo direto na saúde, consequentemente, tenho um reflexo direto no plano de saúde. Então, tem toda uma cadeia de inteligência envolvida e que se reverte ao final das contas, em favor, primeiramente, aos meus patrocinadores, como uma diminuição, por exemplo de absenteísmo, mas também na Caixa de Assistência, com relação aos valores que a mim são repassados.

No vídeo Victor Reis e Eli Pinto trazem mais informações sobre gestão e indicadores. Confira!

Acompanhe também em nosso site mais conteúdos sobre Medicina do Trabalho www.medmais.com 

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Saiba ouvir não!

31 de outubro de 2019/0 Comentários/em Med Mais, Segurança e Medicina do Trabalho, SST/por admin

Como aprender a ouvir não

Não! Apenas três letras, e você já reparou no estrago que essa palavra pode fazer em sua vida?

E no seu dia-a-dia, como você reage quando recebe um não?

No blog da Med Mais, a neuropsicóloga Keli Rodrigues, explica sobre como lidar ao ouvir não.

Você já observou são os comportamentos e os sentimentos que você tem quando escuta um não ou algum desejo é negado?

A neuropsicóloga Keli Rodrigues comenta que nesse momento é importante entender quais são as suas reações.

Você sabia que dependendo da sua reação, pode estar agindo no ego?

Ou seja, o ego é considerado o “defensor da personalidade”, pois é responsável por impedir que os conteúdos inconscientes passem para o campo da consciência, acionando assim os seus mecanismos de defesa.

“Ao agir no ego, a gente tem a tendência a não avaliar direito o que está se passando”, disse a neuropsicóloga Keli Rodrigues.

A especialista destaca que ao receber um não, ou algo que não deu certo ou que   não saiu da maneira como você gostaria, é importante seguir alguns passos se libertar do medo de ouvir não:

Repense

Veja outros caminhos, outras possibilidades e outros recursos.

Pense que, todas as vezes que algo não dá certo, a gente tem a possibilidade ou de construir um novo caminho ou uma nova possibilidade.

Será que o não é tão ruim assim?

Ao invés de ficar com raiva ou chateado, observe as outras possibilidades que tem a partir daquele caminho que não deu certo ou daquela possibilidade de que não realizou.

Se liga!

Fica atento para quando algo não der certo, você não cair na armadilha do ego de ficar chateado, bravo ou de ficar preso naquela história tentando aquilo de qualquer jeito.

Ouvir pode não ser a melhor alternativa, mas quando a gente amplia os horizontes e percebe novas possibilidades, o não pode abrir muitos caminhos.

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